#inspiracao7: Finlândia: como funciona a melhor educação do mundo?


Fonte: Google imagens.
Fonte: https://incrivel.club/; www.revistaeducacao.com.br; www.aprendizagemecia.com.br
Praticamente não existem escolas particulares.
Aulas iniciam mais tarde (8h30).
Intervalo de 15 min após cada aula.
Ênfase no trabalho independente.
Os alunos fazem pesquisas e exploram assuntos antes da aula.                
Valoriza muito o aprendizado de línguas estrangeiras, especialmente o inglês.
Os estudantes podem escolher um idioma para estudar além do finlandês e do sueco (línguas oficiais do país). Algumas escolas oferecem o bacharelado internacional, um programa de educação bilíngue que tem como proposta facilitar a entrada dos estudantes em universidades no exterior. No bacharelado internacional, todas as disciplinas – exceto a língua materna – são ministradas em outro idioma – em muitos casos, o inglês.
Oferece aos estudantes a oportunidade de se aprofundar mais nas matérias com as quais mais se identificam.
Apoio de conselheiros: profissionais que acompanham cada aluno durante sua trajetória, ajudando na escolha das disciplinas e no processo de descoberta de qual carreira seguir.
A carga horária de cada disciplina também pode variar de acordo com o interesse do estudante – é possível fazer apenas a parte obrigatória ou se matricular em estudos aprofundados.
As carteiras são em formato de trapézio, e permitem que os alunos se juntem, formem ilhas. O professor é mais um meio de consulta.
A autonomia é incentivada. Aprende-se mais e cada um do seu jeito.


Lição de casa prioriza pesquisas e não a resolução de exercícios.
Não classificam os alunos segundo suas capacidades ou aspirações profissionais, tampouco há alunos 'bons' e 'maus'. É proibido fazer comparações entre alunos, a diferença de desempenho entre os alunos finlandeses é a menor do mundo.
Além da educação, também são gratuitos: As refeições, visitas a museus e atividades extraclasse, transporte que leva e traz os alunos se a escola estiver a mais de dois quilômetros de suas casas, todos os livros didáticos e material escolar, como calculadoras, computadores individuais e tablets. É proibido cobrar qualquer taxa dos pais
Professores particulares são muito raros, uma vez que que os professores titulares nas escolas já ajudam seus alunos voluntariamente, durante ou depois das aulas.
Os finlandeses dizem: "É possível prepará-los ou para as provas ou para a vida. Escolhemos a segunda opção".
A escola só se ensina o que pode vir a ser útil na vida, os alunos desde criança sabem o que é um portfólio, um contrato, um talão de cheques, sabem calcular a porcentagem do imposto sobre heranças ou a renda pessoal, como criar um site, como calcular descontos em produtos, desenhar a Rosa dos Ventos e localizar o lugar onde vivem, etc.
Durante as aulas é permitido fazer qualquer coisa. Se, por exemplo, durante a aula de literatura apresentam um vídeo educativo, e um aluno não estiver interessado, ele pode ir ler um livro se quiser. Há a percepção de que é a própria pessoa quem deve escolher o que é importante para sua vida.
As aptidões de cada aluno são avaliadas por meio de exames e de consultas com orientadores vocacionais nas escolas.
Os alunos não são obrigados a sentar-se nas carteiras. Se quiserem, podem recostar-se num tapetinho no piso. Em algumas escolas as salas de aula têm sofás ou divãs. Nas salas de aula das séries primárias se usam almofadas.
Não se usa uniforme, nem há nenhuma obrigatoriedade sobre o modo de se vestir. O aluno pode até ir à escola de pijama, se quiser. O que se exige é que se leve para a escola um par extra de calçados, mas a maioria dos alunos mais novos só anda de meias.
Quando o clima é favorável (considerando o frio que faz por lá) as aulas são dadas ao ar livre, dentro do terreno da escola ou nos bosques, ou em bancos dispostos como 'anfiteatro' no pátio. Na hora do recreio, os alunos mais novos são levados para fora por pelo menos 10 minutos.

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